Conta global · Brasil e Estados Unidos
Duas moedas. Uma conta.
Opere em dólar sem abrir empresa nos Estados Unidos. Receba, guarde, converta e gaste nas duas moedas, com CNPJ brasileiro e câmbio 24/7.
Cartão da empresa · real
Cartão da empresa · dólar
Venda feita em dólar fica em dólar.
Venda internacional, patrocínio, AdSense, Stripe: cai na sua conta em dólar e continua lá até você decidir trazer. Não vira real na entrada para virar dólar de novo na hora de pagar.
US$ 20 mil por mês entrando e saindo custam US$ 1.600 de spread, a 4% por conversão — o piso da faixa de mercado. São US$ 19,2 mil por ano num dinheiro que nunca precisou virar real.
Ver o caminho do dinheiro →Você vê o custo por dólar antes de confirmar.
O IOF de 3,5% sobre importação de serviço é igual aqui e no cartão do seu banco: é imposto brasileiro, não escolha de intermediário. Quem promete driblar IOF está vendendo um problema fiscal.
A diferença inteira está no spread, e o mercado cobra de 4% a 9% nele. A gente coloca o seu na tela: cotação, imposto e quanto custou cada dólar — antes de você confirmar.
Ver a conta →Números ilustrativos
Um cartão para a Meta. Um para a AWS. Um para cada fornecedor.
Cada destino com o próprio cartão, o próprio orçamento e a própria regra. Quando tudo sai de um cartão só, ninguém separa o que é mídia, o que é nuvem e o que é a assinatura que alguém esqueceu de cancelar.
E a moeda não é escolha sua: ela vem de quem manda a fatura. A Meta Platforms Brasil cobra em real; a Meta Platforms Ireland cobra em dólar. A Verba lê isso e usa o cartão certo sozinha.
Ver os cartões →Ciclo: R$ 180.000
Ciclo: US$ 40.000
Orçamento: US$ 8.000 / mês
Orçamento: US$ 3.000 / mês
Quanto saiu, qualquer extrato mostra. Quanto voltou, ninguém.
A Verba é o meio de pagamento: vê o gasto na hora em que ele é autorizado, não no relatório do mês seguinte. Por isso compara o que saiu da sua conta com o que a plataforma diz ter vendido — em vez de repetir o número dela.
Campanha que parou de se pagar para de gastar, no piso que você escreveu. E às 8h chega o resumo no WhatsApp: o que entrou, o que saiu e se tem alguma coisa pra você fazer hoje.
Ver o painel →Números ilustrativos
Feito sob medida para
Três operações diferentes. O mesmo dinheiro vazando.
A dor tem outro nome em cada uma — e em nenhuma delas o nome é “taxa alta”. Escolha a sua e veja o caso inteiro.
Recebe em dólar, gasta em dólar — e converte duas vezes.
Infoprodutor, youtuber, criador. A plataforma paga em dólar, o banco converte para real, e você compra dólar de novo para pagar Meta e ferramentas. O spread cobra nas duas pontas.
Ver o caso do creator → Agência de marketingA verba do cliente não deveria passar pelo seu CNPJ.
Ela atravessa o caixa da agência ou a nota fiscal dela. Nos dois casos custa dinheiro — e o limite de crescimento de dezenas de anunciantes vira o limite de um CNPJ só: o seu.
Ver o caso da agência → StartupAWS, OpenAI e mídia no cartão pessoal do fundador.
Nuvem, IA, sete ferramentas que alguém assinou sem avisar — e os anúncios. Tudo em dólar, tudo crescendo, tudo num cartão que recusa na pior hora possível.
Ver o caso da startup →Os cartões
Quem escolhe a moeda é quem emite a fatura.
A mesma Meta cobra em real pela Meta Platforms Brasil e em dólar pela Meta Platforms Ireland. É isso, não a sua preferência, que decide de qual conta o dinheiro sai. Dois cartões físicos da empresa, um por jurisdição, e um virtual para cada destino de gasto.
Ciclo: R$ 180.000
Ciclo: US$ 40.000
Ciclo: US$ 22.000
Orçamento: US$ 8.000 / mês
Orçamento: US$ 3.000 / mês
Ciclo: R$ 40.000
Das vendas vêm de Meta e Google. Duas contas estrangeiras concentram quase todo o gasto — por isso o cartão é por destino, não por pessoa.
De IOF sobre importação de serviço. Igual aqui e no cartão do seu banco: é regra do Brasil, não escolha de intermediário.
Crédito atravessando a fronteira. O cartão em dólar exige saldo em dólar, e sem saldo a autorização é recusada.
Como o dinheiro anda
Câmbio primeiro, gasto depois.
A ordem não é estilo de apresentação: é a estrutura regulatória do produto.
Arraste o diagrama para o lado →
O custo
O IOF é igual para todo mundo. O spread não.
Pagar fornecedor no exterior custa 3,5% de IOF, seja pelo cartão do seu banco, seja por aqui. A diferença inteira está no que o intermediário cobra por cima da cotação — e essa parte quase ninguém mostra.
IOF de 3,5% para a natureza “importação de serviço”, alíquota vigente em 2026. A faixa de 4% a 9% é referência de mercado para cartão internacional e remessa. O custo da Verba depende do contrato com a instituição autorizada e será publicado, com número, antes da abertura.
O painel
A pergunta não é quanto saiu. É se voltou.
Somos o meio de pagamento — vemos o gasto na hora em que ele é autorizado, não no relatório do mês seguinte. É por isso que conseguimos responder o que uma ferramenta de conciliação não responde.
O retorno real, não o da plataforma
Saiu da conta contra a plataforma diz. Coorte fechada contra projeção do dia, com o erro histórico já descontado.
Faixa, nunca ponto
Quando o rastreio está incompleto, o número aparece como intervalo. Quanto pior o dado, mais largo.
Campanha que para de se pagar para de gastar
O piso é seu, editável, escrito em português. E toda ação tem saída de recusa: fila que só aceita sim vira chantagem.
Não decidimos sobre dado ruim
Abaixo de 70% de rastreio no dia, o freio se autossuspende e avisa em vez de julgar no escuro.
Duplicidade barrada na autorização
Segunda assinatura do mesmo fornecedor é recusada quando é tentada — não descoberta na conciliação.
O que passou fora daqui é declarado
“Identifiquei R$ X gastos fora da Verba neste ciclo; não estão nesta conta.” Esconder isso quebraria todo o resto.
O resumo das 8h
Uma mensagem por dia, com o número exato e nenhuma comemoração.
- O que entrou, o que saiu em mídia, o que saiu em dólar.
- Se o saldo em dólar cobre a semana — e, se não cobrir, quanto falta.
- Uma frase dizendo se há algo para você fazer. Quando não há, ela diz que não há.
As garantias
Três coisas que nunca vão acontecer com você aqui.
Cumprir cada uma custa dinheiro para a Verba. É por isso que elas estão escritas, e não só ditas.
Sua campanha nunca vai parar por culpa nossa.
O cartão em dólar exige saldo em dólar: sem saldo, a autorização é recusada, sem exceção. Mas se o nosso motor cair, a sua mídia continua rodando. O risco de indisponibilidade é nosso, não seu.
Você nunca vai decidir em cima de um número inventado.
Quando o rastreio não cobre tudo, o painel mostra um intervalo — e quanto pior o dado, mais largo ele fica. Casa decimal em cima de dado ruim é mentira bem formatada. E, se o gasto passou fora daqui, a gente diz isso também.
Você nunca vai descobrir uma taxa depois.
O IOF aparece separado, porque é do governo e não é nosso. O spread vive dentro da cotação, como em qualquer banco — e o custo efetivo por dólar aparece antes de você confirmar. Nenhuma tarifa nasce no conflito.
A estrutura
O seu dólar não depende de ninguém mudar de ideia sobre o Brasil.
Conta em banco digital americano exige empresa americana — e pode ser encerrada por decisão de risco do próprio banco, por país, com trinta dias de aviso e sem recurso. Já aconteceu com startups da Nigéria, da Ucrânia e da Croácia. Aqui o caminho é outro: câmbio regulado, com contrato registrado, finalidade declarada, uma entidade brasileira do outro lado e o documento fiscal que a sua contabilidade precisa para lançar a despesa.
Correspondente cambial
Entidade brasileira, correspondente de instituição autorizada a operar em câmbio pelo Banco Central. Recebe em real, guarda em real e encaminha a operação. Não executa o câmbio e é remunerada como correspondente.
Program manager
Entidade em Delaware, program manager da conta e do cartão em dólar sobre banco parceiro americano, com registro de MSB junto ao FinCEN. É a perna que gasta lá fora.
Entre a conta em real e a conta em dólar não existe transferência — existe uma operação de câmbio, executada por quem tem autorização para isso. E nenhum crédito atravessa a fronteira: o cartão em dólar exige saldo em dólar, e sem saldo a autorização é recusada.
Perguntas
O que costumam perguntar
Vocês são um banco?
Preciso trocar de plataforma de checkout?
Por que todo o gasto precisa passar por aí?
E o IOF? Não sai mais barato pagar por fora?
Quanto custa?
Quando abre?
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