Conta multimoeda · Brasil e Estados Unidos
O dinheiro que você gasta lá fora não devia sair pelo cartão errado.
Um cartão em real, um em dólar e um cartão virtual para cada destino de gasto. A moeda não é você que escolhe — ela vem de quem emite a fatura. E, todo dia, a resposta que ninguém te dá: de cada R$ 1 que saiu em anúncio, quanto voltou.
Cartão da empresa · real
Cartão da empresa · dólar
O dólar que entra fica em dólar.
Venda internacional, patrocínio, AdSense, Stripe: cai na sua conta em dólar e continua lá até você decidir trazer. Não vira real na entrada para virar dólar de novo na hora de pagar.
E o que não passa por câmbio não paga IOF de câmbio. O imposto existe quando o real vira dólar — não quando o dólar que já é seu paga um fornecedor lá fora.
Ver o caminho do dinheiro →Quando precisa converter, uma fração do que o banco cobra.
O IOF de importação de serviço é 3,5% aqui e no cartão do seu banco — é imposto brasileiro, não escolha de intermediário. Quem promete driblar IOF está te vendendo um problema fiscal.
A diferença inteira está no spread, e ele não fica escondido: você vê a cotação, o imposto e o custo efetivo por dólar antes de confirmar.
Ver a conta →Números ilustrativos
Um cartão por destino, na moeda de quem fatura.
Meta, Google, TikTok, AWS, OpenAI: cada destino com o próprio cartão, o próprio orçamento e a própria regra. Nada de um cartão só para tudo, e nada de cartão pessoal de fundador bancando infraestrutura.
A moeda não é você que escolhe. Ela é lida de quem emite a fatura: a Meta Platforms Brasil cobra em real, a Meta Platforms Ireland cobra em dólar.
Ver os cartões →Ciclo: R$ 180.000
Ciclo: US$ 40.000
Orçamento: US$ 8.000 / mês
Orçamento: US$ 3.000 / mês
E a resposta se cada R$ 1 voltou.
Somos o meio de pagamento, então vemos o gasto na autorização — não no relatório do mês seguinte. É por isso que conseguimos comparar o que saiu da conta com o que a plataforma diz, em vez de repetir o número dela.
Campanha que para de se pagar para de gastar, no piso que você escreve. E, todo dia às 8h, o resumo no WhatsApp com o número exato e nenhuma comemoração.
Ver o painel →Números ilustrativos
Para quem
Três empresas, um mesmo pote.
A dor tem nome diferente em cada uma — e em nenhuma delas o nome é “taxa alta”. Escolha a sua para ver o caso inteiro.
Recebe em dólar e gasta em dólar. Por que converter duas vezes?
Infoprodutor, youtuber, criador. A plataforma paga em dólar, o banco converte para real, e você compra dólar de novo para pagar Meta e ferramentas. O spread mora nas duas pontas.
Ver o caso do creator → Agência de marketingPor que uma agência é cliente de banco?
Porque a verba do anunciante atravessa você — no cartão da agência ou dentro da sua nota fiscal. Nos dois casos custa, e nos dois o limite da operação inteira vira o seu CNPJ.
Ver o caso da agência → StartupDespesa em dólar lá fora, e anúncio no mesmo caixa.
AWS, OpenAI, sete ferramentas que alguém assinou sem avisar — e a mídia. Tudo em dólar, tudo crescendo, e boa parte saindo no cartão pessoal de um fundador.
Ver o caso da startup →Os cartões
A moeda não é você que escolhe.
Ela é lida da entidade que emite a fatura. A mesma Meta cobra em real pela Meta Platforms Brasil e em dólar pela Meta Platforms Ireland — e é isso, não a sua preferência, que decide de qual conta o dinheiro sai. Dois cartões físicos da empresa, um por jurisdição, e um cartão virtual para cada lugar onde o dinheiro sai.
Ciclo: R$ 180.000
Ciclo: US$ 40.000
Ciclo: US$ 22.000
Orçamento: US$ 8.000 / mês
Orçamento: US$ 3.000 / mês
Ciclo: R$ 40.000
Das vendas vêm de Meta e Google. Duas contas estrangeiras concentram quase todo o gasto — por isso o cartão é por destino, não por pessoa.
De IOF sobre importação de serviço. Igual aqui e no cartão do seu banco: é regra do Brasil, não escolha de intermediário.
Crédito atravessando a fronteira. O cartão em dólar exige saldo em dólar, e sem saldo a autorização é recusada.
Como o dinheiro anda
Câmbio primeiro, gasto depois.
A ordem não é estilo de apresentação: é a estrutura regulatória do produto.
Arraste o diagrama para o lado →
O custo
O IOF é igual para todo mundo. O spread não.
Pagar fornecedor no exterior custa 3,5% de IOF, seja pelo cartão do seu banco, seja por aqui. A diferença inteira está no que o intermediário cobra por cima da cotação — e essa parte quase ninguém mostra.
IOF de 3,5% para a natureza “importação de serviço”, alíquota vigente em 2026. A faixa de 4% a 9% é referência de mercado para cartão internacional e remessa. O custo da Verba depende do contrato com a instituição autorizada e será publicado, com número, antes da abertura.
O painel
A pergunta não é quanto saiu. É se voltou.
Somos o meio de pagamento — vemos o gasto na hora em que ele é autorizado, não no relatório do mês seguinte. É por isso que conseguimos responder o que uma ferramenta de conciliação não responde.
O retorno real, não o da plataforma
Saiu da conta contra a plataforma diz. Coorte fechada contra projeção do dia, com o erro histórico já descontado.
Faixa, nunca ponto
Quando o rastreio está incompleto, o número aparece como intervalo. Quanto pior o dado, mais largo.
Campanha que para de se pagar para de gastar
O piso é seu, editável, escrito em português. E toda ação tem saída de recusa: fila que só aceita sim vira chantagem.
Não decidimos sobre dado ruim
Abaixo de 70% de rastreio no dia, o freio se autossuspende e avisa em vez de julgar no escuro.
Duplicidade barrada na autorização
Segunda assinatura do mesmo fornecedor é recusada quando é tentada — não descoberta na conciliação.
O que passou fora daqui é declarado
“Identifiquei R$ X gastos fora da Verba neste ciclo; não estão nesta conta.” Esconder isso quebraria todo o resto.
O resumo das 8h
Uma mensagem por dia, com o número exato e nenhuma comemoração.
- O que entrou, o que saiu em mídia, o que saiu em dólar.
- Se o saldo em dólar cobre a semana — e, se não cobrir, quanto falta.
- Uma frase dizendo se há algo para você fazer. Quando não há, ela diz que não há.
Manifesto
Três regras que não quebramos.
Não são valores de parede. Cada uma manda em uma decisão de produto, e você encontra as três funcionando na tela.
Falta de lastro sempre para. Falha nossa nunca para a sua mídia.
Sem saldo, a autorização é recusada — sem exceção e sem crédito atravessando a fronteira. Mas se o nosso motor cair, a sua campanha continua rodando. O risco de indisponibilidade é nosso, não seu.
Número incompleto vira faixa, nunca ponto.
Quando o rastreio não cobre tudo, mostramos um intervalo — e quanto pior o dado, mais largo ele fica. Precisão fingida com casa decimal é mentira bem formatada. Se o gasto não passa por aqui, dizemos isso também.
O imposto é do governo e aparece inteiro. A margem é nossa e vive na cotação.
O IOF você vê separado, porque não é nosso. O spread vive dentro da cotação, como em qualquer banco, e o custo efetivo por dólar aparece antes de você confirmar. Nenhuma tarifa aparece só no conflito.
A estrutura
Como a Verba está montada
Duas pernas jurídicas, uma só marca. Publicamos isso porque quem guarda dinheiro dos outros deve explicar onde o dinheiro fica.
Correspondente cambial
Entidade brasileira, correspondente de instituição autorizada a operar em câmbio pelo Banco Central. Recebe em real, guarda em real e encaminha a operação. Não executa o câmbio e é remunerada como correspondente.
Program manager
Entidade em Delaware, program manager da conta e do cartão em dólar sobre banco parceiro americano, com registro de MSB junto ao FinCEN. É a perna que gasta lá fora.
Entre a conta em real e a conta em dólar não existe transferência — existe uma operação de câmbio, executada por quem tem autorização para isso. E nenhum crédito atravessa a fronteira: o cartão em dólar exige saldo em dólar, e sem saldo a autorização é recusada.
Perguntas
O que costumam perguntar
Vocês são um banco?
Preciso trocar de plataforma de checkout?
Por que todo o gasto precisa passar por aí?
E o IOF? Não sai mais barato pagar por fora?
Quanto custa?
Quando abre?
Lista de espera
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