Para agências de mídia e performance
A operação é sua. A conta é do cliente. O relatório é a tela.
Cada anunciante abre a própria conta, no próprio CNPJ, e concede acesso a você. Você opera todos de um lugar só. O que desceu para cada plataforma aparece para os dois ao mesmo tempo — sem relatório pedido, sem planilha montada no fim do mês.
Em cima, o gasto de cada cliente mora num lugar diferente.
Embaixo, cada conta é do cliente e a operação é uma só.
O que ouvimos
A dor da agência não é pagar. É prestar contas.
Entrevistamos seis agências antes de desenhar qualquer coisa. Esperávamos encontrar dor de caixa. Encontramos outra coisa: o pagamento acontece, de um jeito ou de outro — o que custa é explicar depois para quem pagou.
4 de 6
colocaram prestar contas ao cliente como a maior dor, ou entre as três maiores.
5 de 6
já tiveram uma conta de anúncio bloqueada por problema de pagamento. Três delas, mais de uma vez.
3 de 6
já bancaram mídia com dinheiro que não era do cliente — no cartão da agência, no cartão pessoal do sócio, ou pedindo um pós-pago que não existe.
Entrevistas próprias · 6 agências · setembro de 2026. Amostra pequena: direção, não prova.
Um cartão por plataforma de mídia, em cada conta, resolve as três de uma vez: o extrato já nasce separado por destino, o meio de pagamento é do próprio anunciante, e ninguém precisa adiantar nada.
Uma negociação abre dez contas.
Fechar com uma agência dá o mesmo trabalho que fechar com um anunciante — e abre a carteira inteira. É por isso que a agência é o canal, e não um segmento que a gente atende de lado.
- Todos os seus anunciantes numa tela. Saldo, gasto do mês e cartões ativos de cada conta, sem trocar de login.
- Dias de verba por cliente. Quanto o saldo cobre no ritmo atual — antes de a plataforma avisar que acabou.
- Acesso concedido pelo titular. Logado, com escopo definido, revogável pelo anunciante a qualquer momento.
- Se o cliente sair, ele não perde a conta. Ela sempre foi dele — o que remove a maior objeção na hora de propor.
Valores ilustrativos
O fee de gestão
O fee de gestão é seu. Inteiro.
Uma das agências que entrevistamos pediu isso com todas as letras: poder cobrar do cliente um honorário de gestão financeira. Ela virou um item do produto — e a Verba não fica com nada dele.
Você propõe o percentual. O anunciante autoriza uma vez.
A autorização é recorrente, dada pelo titular da conta, com o percentual e o teto à vista. Ele desliga quando quiser. Você nunca dispara a própria cobrança — e é exatamente isso que faz o anunciante assinar.
A Verba cobra junto com o gasto e repassa 100%.
A receita da Verba vem do interchange e do float da conta, não de uma fatia do que você cobra do seu cliente. Não é desconto de lançamento: é de onde o dinheiro vem.
Sem nota fiscal, não há repasse.
O valor fica retido até a nota existir e bater com o que foi autorizado. É o que separa remuneração de serviço de dinheiro passando por onde não devia — e é o que você mostra ao contador do cliente sem constrangimento.
Por que o desenho é este
Não existe conta-bolsão. A regra tem data.
A Resolução Conjunta CMN/BCB nº 16/2025 e a Resolução BCB nº 518/2025 tratam da movimentação de recursos de terceiros e exigem titularidade identificada. Contratos existentes têm até 31/12/2026 para se adequar. Quem hoje paga vários clientes pelo mesmo meio vai precisar olhar para isso.
- Não há subconta da agência guardando verba de cliente. A conta é aberta no CNPJ do anunciante, com KYB dele.
- Não há roteamento automático de percentual sobre o que entra. O fee nasce de uma autorização do titular, e só.
- Três ações são barradas no motor, não escondidas na interface: transferir da conta do cliente para a da agência, alterar o escopo do próprio acesso e aprovar o próprio fee.
Não desenhamos em volta da regra: desenhamos a partir dela. O custo disso é real e aparece logo abaixo — cada anunciante precisa abrir a própria conta, e as próprias agências dizem que esse é o maior obstáculo.
Como funciona
Três peças. Nenhuma funciona sozinha.
Tirar qualquer uma derruba as outras duas. É por isso que elas chegam juntas, e não como módulo que se contrata depois.
A conta é do anunciante
Aberta no CNPJ dele, com titularidade real. A agência entra por um acesso que o anunciante concede — e revoga quando quiser, sem pedir para ninguém.
Um cartão para cada destino
Um cartão por plataforma de mídia, de cada anunciante. O extrato já sai separado por Meta, Google e TikTok — a separação nasce do meio de pagamento, não de integração.
O fee de gestão é da agência
A agência propõe o percentual, o anunciante autoriza uma vez, a Verba cobra junto com o gasto e repassa. A Verba não retém nada do fee.
Perguntas de agência
O que costumam perguntar
Meu cliente vai ter que abrir uma conta nova?
Se a conta é do cliente, o que me impede de ser desintermediado?
Se o fee é todo meu, como a Verba ganha dinheiro?
Posso mover dinheiro da conta do cliente para a minha?
Quem paga pelo painel — eu ou o anunciante?
E conta em dólar, para cliente que anuncia fora?
Lista de espera · agências
Entre na lista e ajude a desenhar o modelo.
Queremos ouvir donos de agência antes de abrir — inclusive onde este desenho não fecha na sua operação. Foi assim que as seis primeiras entrevistas mudaram o produto.
É você que anuncia, e não a agência? Veja a página de anunciantes.